Sexta feira à tarde

Fazia calor, a janela do quarto estava aberta, mas a porta fechada – afinal, o que acontecia entre quatro paredes deveria ficar, ou tentar ficar, entre quatro paredes.

Ela estava sentada na cama e ele deitado no chão. Haviam conversado sobre inúmeras coisas relacionadas a homens e amores não correspondidos.  Depois de um tempo, porém, ela nem conseguia mais prestar atenção no que ele dizia, também não conseguia tirar os olhos de seus lábios já conhecidos e macios. Assim, tentava controlar o desejo que sentia naquele momento, e de repente, após uma breve autorização ela já estava no chão, semi deitada ao lado dele saboreando aquela boca que… Oh! Meu Deus! Aquela boca era extremamente maravilhosa e viciante. Foi por isso que ela fez o beijo durar uma eternidade.

O ar faltou, então eles precisavam se afastar, mas ela não queria soltá-lo. De jeito nenhum ! Por isso o abraçou e enterrou o rosto em seu pescoço. Ah aquele pescoço…

Houve uma pequena conversa. algo sobre ele não querer machucá-la e não entender o por quê de toda aquela atitude; mas ela não se importava. Ela queria e ponto. Não havia interesse amoroso, apenas desejo sobre uma pessoa que ela tinha total confiança e enorme carinho.

E então, em pouco tempo ele já acariciava seu seio esquerdo enquanto ela cuidava para não perder o controle da respiração. Sentaram, e de forma rápida, ela foi parar em seu colo. Ainda dando atenção ao seu seio esquerdo, o rapaz trocou os dedos por sua língua ágil enquanto ela movimentava o quadril sobre seu rígido membro. Ele, então, a beijou e a ouviu gemer. Foi aí que decidiu tocar sua intimidade. O short que ela usava já estava aberto, mas ainda atrapalhava o toque. A menina, então fez menção de levantar-se para tirar aquela peça de roupa.

Foi naquele momento que alguma coisa, algum espirito segurou seus braços e sussurrou ‘Você está indo longe e rápido demais !‘ E de repente, parte do seu corpo esfriou e ela sentiu medo, vergonha.

‘Não dá ! Eu não posso !’ Lamentou-se quase que chorando e o abraçou.
‘Shhh…’ Ele tentou confortá-la em seu peito.
Mentalmente, então ela agradeceu por ele ser tão carinhoso e compreensivo.

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